Da Série “Curti na web”: A revolução é online e offline

Gostei muito deste texto postado no site da Carta Capital e divulgado pelo Twitter do Flávio Gomes (@flaviogomes69). Faz comentários inetressantes baseados em fatos e números sobre os movimentos que têm acontecido no Egito nos últimos dias. A matéria é do dia 3 de fevereiro, anterior, portanto, à saída do ditador Mubarak do governo.

O texto passeia pelos argumentos de quem desdenha do poder de mídias sociais em movimentos populares e dos que são a favor. Rebate e concorda com cada um deles quando necessário, mostrando um meio termo: se a internet e as redes sociais não podem ser apontadas como principais motivos para o surgimento de movimentos deste tipo, também não se pode dizer que sua importância é pequena.

A internet tem o seu papel de destaque ao facilitar o compartilhamento de informações, gerando no mínimo um constrangimento internacional diante de algumas medidas. Constrangimento do qual muitas ditaduras escaparam durante anos e que agora penam para evitar, apelando até para o bloqueio ao acesso a informações.

Voltando ao texto original, clique aqui porque vale a leitura. Recomendo.

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